As cotações internacionais do trigo avançaram nos últimos dias, influenciadas pelo agravamento das tensões entre Rússia e Ucrânia e pelas preocupações climáticas em importantes regiões produtoras na Europa e nos Estados Unidos.
Na Bolsa de Chicago, o contrato para setembro de 2026 chegou a superar US$ 7 o bushel. No entanto, nesta segunda-feira (27/7), com a queda do preço do petróleo, a cotação do trigo na bolsa americana caiu para US$ 6,60 o bushel.
No Brasil, por outro lado, a comercialização permanece lenta, em cenário típico de entressafra, com oferta restrita da temporada passada, moinhos abastecidos e produtores cautelosos nas negociações antecipadas da nova safra, de acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Na segunda-feira, o indicador Cepea/Esalq registrou, no Paraná, a cotação de R$ 1.403,44 a tonelada para o trigo pão ou melhorador, uma alta de 2,54% no acumulado de julho. No Rio Grande do Sul, o trigo brando estava cotado a R$ 1.324,39 a tonelada, queda de 0,38% desde o início do mês.
Notícia replicada do site: Globo Rural