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Giro do Trigo promove contato entre indústria moageira e produtores paranaenses

Representantes de alguns dos principais moinhos de trigo do Brasil tiveram a oportunidade de percorrer lavouras e instalações de cooperativas ligadas à produção do cereal na região do Paraná. Profissionais da Bunge, COAMO, LCA Alimentos, Moageira Irati, Moinho Arapongas, Moinho Globo, Moinho Paulista, Nordeste Alimentos e Vilma Alimentos participaram do roteiro promovido pela ABITRIGO (Associação Brasileira da Indústria do Trigo), com apoio da OCEPAR (Organização das Cooperativas do Paraná), que aconteceu entre os dias 16 e 18 de outubro.

O grupo passou por propriedades nas regiões dos Campos Gerais e de Guarapuava, visitando locais como as cooperativas Castrolanda (Castro), Frísia (Carambeí) e Agrária (Guarapuava), entre outras propriedades. Além de terem contato com a safra de 2017/2018, os profissionais puderam também conhecer o que há de mais recente em termos de pesquisa para beneficiamento do grão e análises por novos tipos, desenvolvidos nos laboratórios das coorporativas.

Ponto alto do evento, o encontro permitiu aos representantes da indústria conversarem diretamente com o triticultor sobre a produção e logística de uma das principais culturas de inverno. Desde a dificuldade dos fazendeiros em contatarem os moinhos para negociar o produto, passando por outros impasses de cuidado na lavoura, em cada parada as conversas buscavam soluções para os entraves na região. Fatores tributários e variações climáticas, bem como a tipificação dos grãos para fins específicos são os principais pontos em que há necessidade de diálogo.

Por outro lado, as conversas promovem também a oportunidade de os produtores entenderem e conhecerem as demandas particulares da indústria, como grãos mais fortes e com características específicas para a destinação final (panificação, biscoitos, ração, entre outros). Conrado Mariotti Neto, diretor institucional da ABITRIGO, destaca a importância das tratativas. “Entendemos como fundamental a troca de informações ocorrida nestes giros, pois como elo intermediário da cadeia temos a necessidade de atender aos dois lados, a transformação e o produtor”, explica, ressaltando o grande salto de qualidade do trigo nacional nos últimos anos, além de maior conhecimento do grão importado.

Ao final do Giro do Trigo, os participantes ainda puderam visitar uma das principais feiras de culturas de inverno no país, tendo contato com profissionais das áreas de genética, pesquisa e cultivo do trigo.

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Fonte: ABITRIGO