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Caminhos para o trigo nacional: inovação tecnológica e aproximação com a indústria

Com o objetivo de ser espaço para diálogo aberto entre todos os elos da cadeia produtiva do trigo, a programação da segunda-feira, dia 26 de julho, encerrou trazendo um painel completo sobre a Comercialização e Industrialização de Trigo e ainda abordou a questão da biotecnologia, com a palestra “Inovação tecnológica na cultura de trigo”, proferida pela pesquisadora da Embrapa Trigo, Ana Cristina Sagebin Albuquerque.

Durante a palestra, a pesquisadora apontou as inúmeras possibilidades e vantagens que o uso de biotecnologia traz para a triticultura, destacando a possibilidade de produzir mais e melhor nas áreas tradicionais, além de expandir, com qualidade, a produção para regiões tropicais. Ela comentou que “novas cultivares são necessárias para manter o trigo competitivo em relação a outras culturas, que vêm utilizando a biotecnologia desde 1996, aumentando significativamente seu valor”.

O combate às doenças que são extremamente preocupantes para os produtores, como a brusone e a giberela, também preocupam os pesquisadores. “Hoje já temos materiais que apresentam um comportamento melhor diante da brusone, por exemplo, mas ainda temos um caminho a percorrer para chegarmos aos fatores de resistência à doença”, avalia.  

A pesquisadora concluiu reforçando a necessidade de diálogo e intercâmbio para possibilitar os avanços necessários à triticultura nacional. “Nenhuma organização ou pessoa detém todas as competências para gerar o conhecimento e as soluções tecnológicas necessárias. Os desafios são complexos e exigem composição de esforços transdisciplinares e multi-institucionais”.

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Fonte: Reunião de Trigo 2017