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Antes e depois da chuva

Os resultados das lavouras de trigo colhidas no Estado até agora, 17% da área, segundo a Emater, são divididos entre antes e depois da forte chuva da última semana. Nas regiões onde o produtor acelerou o processo, para escapar das precipitações previstas, a produtividade tem variado entre 40 e 60 sacas por hectare com qualidade considerada alta — peso hectolitro (PH) entre 78 e 80. Nas áreas colhidas após a chuva, produtividade e qualidade foram menores.

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Em alguns casos, o rendimento foi inferior a 20 sacas por hectare e PH abaixo de 68, índice insuficiente para moagem. O produto colhido com PH inferior a 72, por exemplo, serve apenas para ração animal. Com o avanço da colheita e a continuidade da umidade, segundo a Emater, a qualidade do produto está cada vez mais baixa. 

— Mas isso não significa que todo trigo a ser colhido depois da chuva será prejudicado. As lavouras estão em fases diferentes — pondera Hamilton Jardim, presidente da Comissão de Trigo da Federação da Agricultura do Estado (Farsul). 

As perdas constatadas até agora, explica o dirigente, referem-se apenas às lavouras maduras que foram colhidas depois da chuvarada, especialmente na região Noroeste.

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A expectativa continua sendo de boa produtividade da safra. Enquanto isso, os produtores seguem aguardando a intervenção prometida pelo governo federal, por meio de leilões, para ajudar no escoamento do produto e na garantia do preço mínimo.

Fonte: Click RBS