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Índice de Commodities Brasil (IC­Br) subiu 1,47% no mês passado, após baixa de 3,09% em abril

As matérias ­primas que têm influência sobre a inflação brasileira registraram a primeira alta após três meses de queda. Pelos cálculos do Banco Central (BC), o Índice de Commodities Brasil (IC­Br) subiu 1,47% no mês passado, após baixa de 3,09% em abril. No ano, o índice tem queda de 4,63%, mas sobe 9,32% em 12 meses.

O indicador é construído partindo dos preços das commodities agrícolas, metálicas e energéticas convertido para reais. Seu equivalente internacional, o "Commodity Research Bureau" (CRB), mostrou variação positiva de 0,07% em maio, e sobe 12,19% em 12 meses.

Entre os três subgrupos que compõem o IC­Br, o de commodities agropecuárias (carne de boi e suína, algodão, óleo de soja, trigo, açúcar, milho, café e arroz) mostrou alta de 1,71% no mês, após baixa de 3,88% em abril. No ano, a queda é de 6,68%, mas em 12 meses o índice ainda sobe 13,59%.

Houve queda no preço das commodities metálicas (alumínio, minério de ferro, cobre, estanho, zinco, chumbo e níquel), que recuaram 2,33% em maio, vindo de desvalorização de 2,06% em abril. A alta no ano é de 0,35% e de 1,26% em 12 meses.

As commodities energéticas (petróleo Brent, gás natural e carvão) mostraram alta de 6,09% no mês, maior desde setembro (12,2%) após aumento de 1,36% em março. No ano, passaram a apontar valorização de 3,69, mas têm baixa de 6,29% em 12 meses.

Observando o comportamento da média móvel trimestral, indicador mais usado para captar tendência, o IC­Br aponta queda de 2,08% em maio vindo de retração de 2,98% em abril e baixa de 0,99% em março.

Fonte: Valor Econ